
Por: Pedro Paulo de Jesus (PPJ)
Em tempos em que o futebol brasileiro clamava por uma gestão moderna, inteligente e equilibrada, o nome de Samir Xaud surgiu como um sopro de renovação. Presidente da CBF, Xaud vem conquistando, passo a passo, a admiração de clubes, federações e dirigentes de todos os cantos do país não pela imposição, mas pela serenidade e firmeza de quem entende que liderar é ouvir, ponderar e agir com sabedoria.
Educado, acessível e estrategicamente sereno, Samir Xaud tem mostrado que é possível comandar o futebol brasileiro sem perder o diálogo e a empatia. Em meio às complexidades de um esporte que movimenta paixões e milhões, sua maior virtude talvez seja fazer parecer simples o que é, na verdade, profundamente complexo.
Um dos pontos mais elogiados de sua gestão tem sido o olhar cuidadoso sobre a arbitragem. Longe de tratá-la como um problema, Samir entendeu que valorizar o árbitro e abraçar sua entidade-classe, é também fortalecer o próprio jogo. E foi com essa visão que apostou em Rodrigo Cintra para comandar a Comissão de Arbitragem da CBF, uma decisão que, hoje, se mostra um verdadeiro acerto de gestão.
Cintra, respeitado por sua experiência e competência, tem dado novo rumo à arbitragem nacional, implementando critérios técnicos claros, promovendo capacitação e restaurando a confiança dos clubes e dos próprios árbitros. Tudo isso sob o olhar atento e o respaldo firme de um presidente que entende que o futebol precisa, antes de tudo, de credibilidade.
A aproximação com as federações estaduais, a atenção especial aos clubes das Séries C e D, e a postura diplomática diante das decisões mais delicadas consolidam a imagem de um dirigente que sabe onde pisa e para onde quer levar o futebol brasileiro.
A gestão de Samir Xaud começa a se tornar referência e não apenas pela eficiência administrativa, mas pelo jeito humano e equilibrado de conduzir o poder. Num cenário muitas vezes marcado por vaidades e disputas políticas, ele tem conseguido o improvável: unir, ouvir e avançar.
Talvez seja cedo para falar em “nova era”, mas é impossível negar que, sob a batuta de Samir Xaud, a CBF respira um ar diferente. Um ar de confiança, de respeito e finalmente de profissionalismo verdadeiro bem longe de escândalos.




