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Em ano de Copa do Mundo, arbitragem brasileira pode passar vergonha no Catar

Indicação de Raphael Claus premia a falta de talento e escancara o péssimo momento dos apitadores no Brasil

Chegar a uma Copa do Mundo assim como acontece com os jogadores também é o sonho de todo árbitro de futebol. Mas ao contrário do que possa parecer, nem sempre o melhor é contemplado com a escolha, sobretudo quando buscamos a história para relembrar as participações brasileiras no mundial da FIFA.

Desde as atuações do gaúcho Carlos Simon em três copas consecutivas, o Brasil acabou sofrendo um hiato com o que se viu foi nas últimas duas edições do torneio. Apitando jogos entre “casados e solteiros” na competição, Sandro Meira Ricci foi à do Brasil e foi também à da Rússia. Escalado apenas para dizer que lá esteve, sua presença nos dois países passou em branco assim como toda a sua carreira.

E este ano se a situação já era ruim, ao que tudo indica, tende a ficar pior. Entre os árbitros mais inconstantes do futebol nacional, indicar Raphael Claus para representar o Brasil na Copa do Mundo é um erro que pode desencadear um vexame internacional sem precedentes, sobretudo pela sua instabilidade no campo de jogo e, claro, dele estar bem longe de ser o mais preparado para a vaga.

A paranaense Edna Alves chegou ao auge da carreira por meritocracia. Dentro de campo tem mostrado com qualidade uma performance para homem algum colocar defeito. O mesmo se pode afirmar do goiano Wilton Sampaio. Curioso que ambos têm em comum a “raça negra”, “coincidência” que encerrou precocemente a carreira de Paulo César Oliveira impedindo que ele, mesmo sendo até hoje, aposentado, o melhor árbitro do Brasil, estivesse em uma Copa do Mundo.

Caso se confirme a ida de Raphael Claus para o Catar, assim como seu antecessor que apitou coisa nenhuma nas duas Copas em que esteve, o árbitro paulista deverá seguir a mesma tendência de desprestígio e indiferença da FIFA com o Brasil em seus mundiais apitando apenas o nada x nada.

 

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