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Enquanto Michele Ramalho ‘dorme’, Sérgio Corrêa tenta enfraquecer federação filiada à CBF

Mesmo sabendo que será demitido após quase duas décadas de fracasso, perseguições gratuitas e inimizades em todo país, Sérgio Corrêa tenta intimidar presidente da comissão de arbitragem da Federação Paraibana de Futebol para defender “afilhado político”

Ele está bem próximo de ser demitido da CBF. Mas, mesmo assim, um dos dirigentes mais contestados e odiados do futebol nacional tenta, a todo custo, manter à frente da comissão de arbitragem um de seus afilhados políticos que anos atrás não podia sequer ouvir falar em seu nome, mas que pouco tempo depois mudou de ideia graças ao salário de R$ 27 mil que recebe mensalmente na CBF.

Depois de protagonizar o papelão de telefonar e mandar mensagens por aplicativo a presidentes de federações e de comissões estaduais pedindo que apoiem a permanência de Alício Pena Júnior na CBF, algo que não irá ocorrer especialmente pela pressão de patrocinadores da entidade que enxergam no mineiro todo o fracasso da última temporada, como se não bastasse, Sérgio Corrêa e Alício Pena Júnior decidiram enfraquecer a Federação Paraibana de Futebol (FPF), tentando intimidar o presidente da comissão, Arthur Alves Júnior, após o mesmo ter excluído da SENAF (Seleção Nacional dos Árbitros de Futebol), o auxiliar, Oberto Santos, um dos mais escalados pelo ex-presidente da comissão local, José Renato, demitido do cargo após ser um dos protagonistas da “Operação Cartola”.

Logo que ficaram sabendo que Oberto deixaria o quadro nacional, curiosamente tanto Corrêa, quanto Pena Júnior, tentaram de todas as maneiras fazer com que Alves Júnior mantivesse o auxiliar no quadro. Mas sem conseguir o objetivo, além de questioná-lo, algo incomum em casos semelhantes a esse, ambos estão à procura de uma nova federação para o auxiliar paraibano atuar, desqualificando não só a decisão da comissão local, como esbofeteado a presidente Michele Ramalho que ao que tudo indica anda mais preocupada com sua boa aparência do que efetivamente com as mazelas que infelizmente ainda assolam o futebol da Paraíba.

A decisão de enfraquecer uma entidade filiada à CBF, comprova que Ednaldo Rodrigues e Gustavo Feijó estão certos ao demitir não só toda a comissão, como o polêmico Sérgio Corrêa que entre as suas principais “virtudes” está a forma fria e calculista de se vingar de quem não costuma ler em sua cartilha. E ao que tudo indica, Arthur Alves Júnior pode ser mais um em sua lista.

Em mais essa polêmica, enquanto a CBF promove futebol que é uma das maiores paixões do povo brasileiro, Sérgio Corrêa no mesmo dia em que a reportagem da Tribuna do Apito relembrou o seu caso amoroso com uma ex-árbitra assistente da CBF, deixou em seu whatsApp uma metáfora atribuída a Winston Churchill que diz: “Quando se tem de matar um homem, não custa nada ser educado”, vinculando a imagem da entidade que trabalha há 17 anos, ganhando hoje algo na casa dos R$ 35 mil, além das diárias tanto no Rio, quanto em São Paulo, mesmo com residência fixa, a algo que nem de longe deveria fazer menção.

A situação não é pior do que o desespero de Alício Pena Júnior que neste final de ano, além dos pedidos para permanecer no cargo, está enviando a árbitros, comissões e até federações, cartões de Natal tentando forçar uma simpatia que nunca se revelou durante sua apagada permanência na CBF. Sem projeto, sem autoridade e nenhuma condição de continuar à frente do cargo, nos corredores da entidade leque se fala é que aproxima-se o fim da era Sérgio Corrêa e de todos os seus afilhados políticos.

Mas enquanto isso não ocorre, Corrêa força sua entrada na Confederação Brasileira de Futsal; continua enfraquecendo federações trocando árbitros a esmo, como fez com Marcelo de Lima o levando ao Ceará mesmo contra a vontade da comissão de árbitros da FCF; e ameaçando de processo quem o critica mesmo com todos os telhados que ele construiu ao longo de sua fracassada passagem pela CBF.

Nós procuramos Arthur Alves Júnior e Michele Ramalho para falarem sobre o caso, mas ambos não foram encontrados. Segundo interlocutores, Michele teria passado o dia no shopping, e Alves Júnior fazendo faxina na sede da federação. Já Sérgio Corrêa e Alício Pena, segundo fontes, estariam comprando cestas de Natal para enviar aos presidentes de federações, informação não confirmada.

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