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Gustavo Feijó e Ednaldo Rodrigues retomam credibilidade da CBF e se consolidam no comando do futebol brasileiro

Dirigentes nordestinos resgataram a imagem da entidade, ampliaram o diálogo com clubes e federações, e iniciaram uma reformulação completa na gestão da arbitragem brasileira

Eles chegaram ao poder em um dos momentos mais delicados da história recente do futebol nacional. No auge dos escândalos protagonizados pelo presidente afastado da CBF, Rogério Caboclo, acusado por uma funcionária de tê-la assediado moral e sexualmente, o alagoano Gustavo Feijó, e o baiano, Ednaldo Rodrigues, assumiram um protagonismo espinhoso que demandou capacidade de articulação política e muita habilidade para administrar ânimos e vaidades.

Pouco tempo depois, os resultados comprovam que as federações acertaram na aposta que foi feita. E com a proximidade da eleição que definirá os rumos da entidade pelos próximos anos, há nos bastidores uma forte corrente para que o trabalho que vem dando certo, possa continuar. Pelo menos é esse o entendimento de diversas federações e clubes que passaram notar a mudança de gestão que foi implantada na CBF.

Embora a arbitragem continue trazendo problemas para a entidade, já há em andamento uma reformulação completa no setor que visa extinguir departamentos que trazem pouco ou nenhum resultado, além da contratação de novos profissionais que terão a árdua missão de recomeçar literalmente do zero. Essa ação visa estimular a prática no Brasil, renovando pessoas com o objetivo de profissionalizar cada vez mais um dos segmentos mais incompreendidos do esporte.

Abrir as portas para as federações e aos clubes é uma das ações elogiadas de Ednaldo Rodrigues e Gustavo Feijó. Com uma administração escancarada ao diálogo que busca constantemente aproximar-se dos filiados, ter essa parceria estabelecida os auxilia conduzir a CBF com clareza nas decisões e resultados assertivos.

Embora Rodrigues esteja hoje na presidência, sua simplicidade aliada à sua capacidade reconhecida de aglutinar pessoas pode estimular que na próxima eleição Gustavo seja o escolhido, fator que consolida a boa relação entre os dois dirigentes e que mostra à sociedade que o projeto não é pessoal de poder, mas coletivo e necessário para o bem do futebol.

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