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Por Jorge Rabello: comissão nacional de arbitragem e a caixa de Pandora

CBF precisa resgatar a credibilidade da arbitragem brasileira apostando em projetos, não em pessoas ou o “menos do mesmo”

A arbitragem brasileira há mais de 20 anos está inquieta com relação ao seu futuro. O sistema de gestão já se mostrou catastrófico onde sistematicamente a indicação ou até a imposição de nomes para presidí-la, se sobrepõe a apresentação de um projeto qualificado e coerente para a categoria. Projeto que tenha foco prioritário em atender aos anseios de todo segmento da arbitragem.

O que temos assistido ao longo de 20 anos, por parte daqueles que estiveram a frente da arbitragem nacional é um projeto pessoal que nasce morto. Vivemos em eterna crise, que, ao longo dos anos cresce exponencialmente. A CBF trocou ao longo desse tempo, diversos nomes na presidência da comissão nacional e quando decidiu trocar, escolheu sempre o “mal menor” em busca permanente de um “salvador da pátria”.

Na verdade, em todas as trocas escolheu um “erro novo” e o futuro nos apresenta agora é que ficaremos diante de “vários erros antigos”, pois todos permanecem de alguma forma no poder.

Não sei honestamente se os gestores da CBF ao longo desses 20 anos, agiram com a boa-fé dos ingênuos ou a má-fé dos cínicos.

As decisões tomadas pelo atual presidente da comissão nacional de arbitragem, revelam um presidente que desconhece as consequências de suas decisões e suas declarações sobre o processo sistêmico da arbitragem  nacional.

Agora este gestor determina que todos os árbitros devem ajoelhar-se. Não irei estabelecer juízo de valor quanto a essência, quanto ao senso de oportunismo do ato, porém, quanto a forma,  afirmo, que, a arbitragem nacional está de joelhos há mais de 20 anos.

Com o desastre, PANDORA fecha a caixa, onde fica guardada nossa “ESPERANÇA”.

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