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Opinião: ida de Raphael Claus à Copa do Mundo é um tapa na cara da meritocracia

Árbitro paulista que surgiu na arbitragem como uma “luz no fim do túnel” não consegue justificar sua permanência no quadro internacional

A arbitragem de São Paulo sempre foi celeiro de grandes nomes para o futebol nacional. Mas na última década o panorama de outrora tem sido o oposto do que nos acostumamos ver. Embora a Federação Paulista de Futebol (FPF) invista milhões de reais em um dos seus principais setores, na prática o que se vê são árbitros sem uma referência dentro de campo e sem a menor perspectiva de melhora.

À frente da comissão de arbitragem depois de ter posado nua para uma revista masculina e de entrar para a história do reality show “A Fazenda”, sendo a primeira eliminada de uma das edições, Ana Paula Oliveira que teve uma carreira marcada por erros históricos e reprovações nos testes físicos segue gerindo a pasta com a mesma ineficiência que norteou sua carreira na arbitragem.

E um dos expoentes dessa decadência é o árbitro da FIFA, Raphael Claus que está próximo de ser confirmado na Copa do Mundo do Catar. Longe de estar entre os dez melhores árbitros do país, poderá ser ele o representante da arbitragem brasileira no Mundial da FIFA, mostrando ao mundo que o segmento verde e amarelo, transformado em números por seu padrinho político, chegou, verdadeiramente ao fundo do poço.

Enquanto isso, o goiano Wilton Sampaio mais uma vez é preterido. Foi assim na disputa pelo escudo da FIFA em 2010, motivo que o fez trocar de federação, nas copas de 14 e 18, e, ao que tudo indica, em mais um torneio internacional.

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