ArbitragemDestaque

Opinião: com a saída de Sérgio Corrêa da CBF, mineira Ana Maria Cecílio poderia assumir seu lugar

Especulações sobre sua demissão da CBF anda movimentando de maneira positiva os bastidores da arbitragem brasileira; decisão de Rogério Caboclo ainda não foi divulgada oficialmente

Por: Pedro Xupin

Paraná – Ele tem uma capacidade enorme de cultivar inimigos, mas, ao mesmo tempo, muitos “puxa-sacos” que beijam sua mão seduzidos pelo poder que o ex-presidente do SAFESP (Sindicato dos Árbitros de São Paulo), deixou de ter, mas que a maioria das pessoas fingem não saber. Depois de ter sido chamado de ‘mariquinha’ por um ex-árbitro da FIFA; protagonizar escândalos pessoas quando era diretor de árbitros da CBF; e se notabilizar entre os dirigentes mais detestados da arbitragem, o paulista Sérgio Corrêa que nos bastidores é chamado por dirigentes e árbitros de ‘Marcelo de Carvalho’, ou ‘J B Abreu’, sabe-se lá por qual motivo, ao que tudo indica deve mesmo encerrar um ciclo infeliz, para muitas pessoas, ao longo de sua triste passagem pela CBF.

Com as portas fechadas no 3º andar da entidade e a visível antipatia que o presidente Rogério Caboclo nutre por ele e já não faz mais questão de esconder, a queda do “sindicalista” das atitudes pelegas será mais comemorada do que a eliminação da cantora Karol com K, do televisivo ‘Big Brother Brasil’, enchendo muitos árbitros, do presente e, principalmente do passado de alegria.
Responsável pelo VAR no Brasil, o fracasso da ferramenta que tinha tudo para dar certo, mas acabou sendo utilizada como trampolim para que ele permanecesse na CBF seguirá sendo utilizada nesta temporada. Mas com sua possível saída, a experiente ex-árbitra mineira, Ana Maria Cecílio (foto), poderia ser a escolhida para assumir seu lugar. Quem sabe assim, o árbitro de vídeo passaria a ter um treinamento adequado, sem causar polêmicas e prejuízos institucionais para o futebol brasileiro.

Demitir Sérgio Corrêa, da CBF, significa arrancar da arbitragem brasileira o homem que a transformou em números e que, através deles, até hoje se sustenta na entidade empregando amigos, vendo gestores se afundarem e perseguindo árbitros, como fez durante em muitos episódios quando diretor de arbitragem. Para isso, é necessário que Rogério Caboclo solicite apoio médico do Lourenço Jorge, hospital público que fica bem na frente da sede da CBF, no Rio de Janeiro, pois se ele passar mal como nas outras vezes em que esteve na berlinda, o socorro será de imediato.

Mostrar mais

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios