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Papo com o Bené: “Aos amigos tudo, aos inimigos, a força da lei”

Situação da arbitragem candanga comprova a inércia de seus comandantes diante de um cenário devastador no apito da capital do país

Essa é a comissão presidida pelo senhor Marrubson Melo e o todo poderoso primeiro-ministro da EADF, Raimundo Lopo. Critério é não ter critério, para assim justificar as escolhas e plano de carreira da comissão de arbitragem aqui de Brasília.

Quando assumiu a pasta ano passado, o até então vice-presidente junto com o presidente do sindicato, ambos tinham planos de PERSEGUIR implacavelmente os seus detratores e aqueles que não compactuavam com suas tiranias. E assim começou a saga estabelecendo o limite de 45 anos para permanência no quadro da CDAF, inclusive aqueles do quadro nacional que atendiam a demanda da CBF.

Sobre a premissa de RENOVAÇÃO, aposentou precocemente grandes valores, repito, contrariando tendência mundial de meritocracia, onde atendendo os pilares físicos e técnicos, o árbitro deveria ser aproveitado até os 50 anos.

Mas em Brasília, à mercê da tirania dos donos do apito, prevalece as atitudes pelegas em detrimento a um plano de carreira descente, pré-definido, e a cada indicação vale o tal “EU MANDO”.

Para a próxima temporada, o quadro local terá que enviar uma carta a comissão, que fará a escolha dentro das suas “convicções” sobre quais campeonatos o demandante será aproveitado. Critério? Pergunte no posto Ipiranga qual será!

Circulares da comissão de arbitragem do DF, além de conter inverdades, são um tapa na cara dos apitadores locais que se dedicam, treinam, pagam o uniforme do seu próprio bolso e ainda são “convidados” a manter-se sindicalizados, caso queiram ser escalados em jogos locais.

Por determinação do presidente da CBF, Senhor Rogério Caboclo, seguindo tendência da FIFA, foi ordenado que não haveria mudança na SENAF 2021 em virtude da pandemia e que o ranking das federações determinariam o número de vagas para o  ingresso no quadro da CBF. Fato que, o senhor Marrubson emitiu nota tomando para si essas conquistas, dizendo ser trabalho da comissão não haver mudança e aquisição de duas novas vagas.

Como se não bastasse a total falta de transparência, eis que a lista do DF sai e um árbitro que completará 38 anos é a indicação da CDAF para SENAF/21. Tudo indica que seja um fenômeno de arbitragem, com larga experiência em grandes jogos e pronto a ser aproveitado pela comissão nacional, visto que, a idade avançada não lhe dará tempo de maturação em jogos nacionais.

Maaasss não, o profissional não tem em seu currículo sequer um clássico Gama x Brasiliense, completa o número mínimo de jogos no profissional quase na risca, e não figurava nem entre os cinco mais experientes do quadro local.

Esse é o recado passado pela CDAF aos seus profissionais, o plano de carreira da arbitragem do DF passa pelo, “SEJAM AMIGOS DO REI”. Em um ano fingimos renovação e no outro indicamos ancião!

Não é à toa que o quadro nacional de arbitragem é inchado, politizado e pouco aproveitado pela CA/CBF.

Enquanto isso a monarquia do apito no DF se beneficia de seus cargos e deleitam em poupudas escalas de analistas, observadores, instrutores e afins nos campeonatos da CBF.

E aí a regra é clara, galera?

Alô Daniel Vasconcelos, vamos bater esse papo?

A FFDF vai assistir de camarote 98% da arbitragem local ser tratada dessa forma?

SIGAM INSTAGRAM – @papo.combene

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