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A escala da vergonha: Gaciba perde a cabeça e repete pior árbitro da 2ª rodada do Brasileiro nas escalas da CBF

Coordenador da comissão nacional de arbitragem premia má atuação de Rafael Traci e o coloca novamente na Série A do Brasileirão alegando “qualificação, condicionamento físico e desempenho técnico”

Rio – Quando assumiu o comando da arbitragem brasileira, o premiado ex-árbitro gaúcho, Leonardo Gaciba, tinha como principal missão a de renovar, equilibrar e melhorar o nível do segmento no país, desgastado pelas gestões do passado que não deram certo. Comentarista de arbitragem da TV Globo, ele sabia que, ao aceitar, sairia de uma zona de conforto e herdaria um verdadeiro abacaxi, tendo em vista a fragilidade de uma safra revelada pela maquiagem dos números.

Mesmo sem um projeto sustentável que pudesse acabar com o “mais do mesmo”, Gaciba trocou a Globo pela CBF em troca de um salário vantajoso, mas também, com o discurso de elevar o nível dos homens de preto fazendo jus a todo prestígio que conquistou no campo de jogo na época em que desfilava o seu talento inquestionável pelos gramados do país.

Mas desde que assumiu, nada disso foi feito. Mais preocupado com sua imagem e com a necessidade que possui das lentes, o gaúcho no alto do seu egocentrismo tornou-se um gestor incapaz de assimilar críticas construtivas para a melhoria da sua conturbada, esfarelada e desgastada gestão à frente da principal pasta do futebol nacional.

Embora ainda não tenha dito publicamente, é sabido nos bastidores que o presidente da CBF, Rogério Caboclo, parceiro da arbitragem e um aliado importante do segmento vide os investimentos memoráveis e necessários que fez até aqui, mesmo em pouco tempo de gestão, vem acompanhando de perto não só as críticas em relação ao trabalho realizado por Leonardo Gaciba na CBF, como também, o esfacelamento de uma gestão que aceitou um “prato feito” e que até agora não mostrou rigorosamente nenhuma mudança significativa.

Na 2ª rodada do Brasileirão 2020, o árbitro FIFA do paraná, Rafael Traci, fez uma arbitragem confusa no Maracanã bem longe do que nos acostumou ver em 2018, ano em que apareceu ao país realizando partidas de excelência em um nível que justificou sua promoção, mesmo que precoce, ao quadro internacional. Após a imprensa tê-lo criticado, seu chefe, mostrando completo desequilíbrio emocional e administrativo, ignorou o fato do FIFA de Santa Catarina estar visivelmente acima do peso e ter realizado uma arbitragem vexatória na partida entre Fluminense x Palmeiras, ontem, no Maracanã, o premiando com mais uma escala na elite do futebol brasileiro.

Sua decisão desrespeita uma boa parte da categoria que treina, se dedica, sonha com oportunidades, mas que infelizmente, graças a uma gestão frágil e aparentemente sem um projeto para a arbitragem brasileira, insiste no erro de imunizar árbitros que não foram bem, como no caso do potiguar Caio Max que andou em campo no jogo entre Ceará x Grêmio, também ontem, em Fortaleza. Como prêmio, está escalado na Série A como se tivesse realizado uma arbitragem memorável, o que não ocorreu.

O campeonato brasileiro está só começando, mas a fragilidade do chefe da arbitragem brasileira, agora mais do que nunca, a cada rodada, vem se tornando cada vez mais conhecida.

Confira a audiência pública assistindo ao vídeo abaixo:

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